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RIO DO CAMPO: Vigilância Epidemiológica faz alerta sobre plantio de bromélias

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115 municípios catarinenses são considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti, condição que tem contribuindo para a transmissão de dengue, febre de chikungunya e zika vírus. Rio do Campo já registrou foco do inseto neste ano.

Os principais recipientes inspecionados contendo água foram os pequenos depósitos móveis como vaso de planta. Quando as bromélias são cultivadas fora do seu ambiente natural podem se tornar potenciais criadouros para o mosquito.

As bromélias não são passíveis de tratamento químico com os insumos utilizados pelos Programas de Vigilância e Controle do Aedes aegypti dos municípios. Além disso, a implementação de estratégias alternativas de tratamento, como a utilização de hipoclorito de sódio, são de difícil implementação, considerando a ausência de estudos técnicos sobre a quantidade e a periodicidade de aplicação do produto.

“A orientação é evitar o cultivo de bromélias em área urbana, dando preferência a plantas que não acumulem água. Não recomendamos a eliminação das bromélias presentes no ambiente silvestre e reiteramos que a melhor estratégia para controle do mosquito Aedes aegypti é a eliminação dos potenciais criadouros, incluindo tanto recipientes artificiais como naturais presentes em áreas urbanas” disse Janaina Aparecida Schmitz, responsável pelo controle epidemiológico no município.

 

 

 

Assessoria de Comunicação