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segunda, 27 de junho de 2022

Internações e mortes por síndrome respiratória aguda grave crescem em Santa Catarina

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O número de internações e mortes de pessoas com suspeita de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceu 840% em Santa Catarina, passando de 161 em 2019 para 1.515 este ano. Do total deste ano, há mais de 760 ainda estão em investigação e que podem ser de Covid-19, já que a SRAG pode ser provocada por diferentes tipos de vírus, entre eles o novo coronavírus. Os dados constam de boletins da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC).

Os números são referentes às 16 primeiras semanas epidemiológicas do ano. Nesse período de 2019, foram 19 mortes por SRAG. Em 2020, o número subiu para 117. Conforme atualização divulgada na terça-feira (21), Santa Catarina tem mais de 1.100 pessoas com Covid-19, das quais quase 40 morreram.

“Pode estar havendo subnotificação [para coronavírus] e pode estar havendo problema de exame para outras doenças respiratórias, e é natural já que estamos com as atenções voltadas para a Covid-19. Estamos adquirindo mais testes para demais vírus respiratórios”, disse a médica Regina Valim, da Secretaria de Estado da Saúde.

O Boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) mostra que, entre 29 de dezembro de 2019 a 16 de abril de 2020, entre os 1.515 casos notificados como suspeitos de serem de síndrome respiratória grave, 768 estão sendo investigados. Os demais foram diagnosticados como gripe, outros vírus respiratórios ou não identificados.

Já entre 30 de dezembro de 2018 e 17 de abril de 2019, dos 161 casos suspeitos de SRAG, somente 11 continuam em investigação. Os outros foram confirmados para gripe, outros vírus e não especificados.

Durante o ano de 2019, foram notificados 2.103 casos suspeitos de SRAG em Santa Catarina, dos quais 1.229 não foram classificados como sendo de nenhuma doença, 512 foram confirmados para gripe, 354 para outros vírus e seis estavam em investigação.

 

G1 SC

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